
Enquanto não consigo meu endereço de blog no Santista Roxo, vou escrevendo por aqui mesmo, agora como oficialmente sócia-torcedora. Estou contribuindo para engordar a conta bancária do Marcelo Teixeira? Talvez. Mas ele não é eterno no Santos - assim espero - e sinto orgulho de fazer parte do clube.
Quinta-feira tem jogão na Colômbia. Leão diz que vai retrancar, e deve fazer isso mesmo se considerarmos que para o lugar do Wesley ele escalou o Adriano. Ok, não há no elenco quem possa substituir o moleque, que está jogando muita bola e correndo demais. Culpa da inexperiência. Quem mandou chutar a bola no adversário quando estava ganhando o jogo? Nem perdendo, né?
Culpa da diretoria também, que não faz boas contratações para termos um banco à altura do time titular - que também não é nenhum supra sumo. Mas esse assunto já é comentado por meio mundo... vou deixar para outros baterem na tecla.
A questão é: sem Wesley, podendo perder por até 1x0 (sem fazer nenhum gol), a solução é retrancar? Nunca fui fã da retranca, é verdade. A tática, no entanto, é atraente em dadas cisrcunstâncias. E o jogo de quinta apresenta-as todas. Ainda assim fico ressabiada...
A defesa do Santos é frágil. Domingos e Fabão batem cabeça, marcam o mesmo jogador, fazem trapalhadas e assustam nas bolas aéreas (quase morro do coração a cada escanteio batido pelo time adversário). Não que fizesse grande diferença, mas não dá para contar com o Betão como um terceiro zagueiro, já que ele está sendo improvidado na lateral direita - onde, na minha opinião, tem se saído bem. Marcinho Guerreiro tem sido isso mesmo, guerreiro, mas é limitado. E corremos o risco de ficar sem Molina (taí a foto dele como colírio para os olhos, ai, ai), o que empobreceria a habilidade de puxar contra-ataques.
Fora que sempre conta o fator psicológico. Não sei o que acontece com o Santos, mas o time constantemente tem a tendência de diminuir o ritmo e se encostar na vantagem numérica, mesmo quando ela não é exatamente tão boa. Um exemplo foi o jogo passado. O time claramente ficou mais lento e meno incisivo após fazer o primeiro gol. Um golzinho não valia tanto. Aliás, valia menos ainda se o Cúcuta fizesse o seu. E esse encosto todo com a Vila lotadassa. Nunca havia ido a um estádio tão cheio!
Voltando ao assunto principal e resumindo a missa, ainda estou incerta se o melhor é mesmo jogar no contra-ataque, apesar de a idéia não ser má. O Cúcuta vai ter que vir para cima e isso significa abrir atrás. E se o Santos fizer um gol, melhor ainda, porque aí o Cúcuta tem que fazer quatro.
Vou confiar - sempre com uma pulguinha atrás da orelha - no Leão Clodô. Até porque ele tem merecido. Parece que o time, apesar dos pesares, entrou nos eixos. E de uma coisa não duvido um minuto sequer: passaremos para as quartas!
Ô, vamos ser tri Santos!
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